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06/07/2017

OLAVO DE CARVALHO (1947 - ... )


OLAVO DE CARVALHO (1947 - ... )

 

 

 

 

 

 

Olavo Luiz Pimentel de Carvalho    é um escritor, conferencista, ensaísta, jornalista e filósofo brasileiro. É um dos principais nomes no discurso do conservadorismo brasileiro. Em sua juventude, foi militante comunista, inclusive sendo membro do Partido Comunista Brasileiro por alguns meses, tendo feito oposição durante todo o período do regime militar, mas posteriormente decepcionou-se com a ideologia e tornou-se anticomunista convicto.

 

Olavo foi astrólogo antes de se dedicar à filosofia, colaborando no primeiro curso de extensão universitária em astrologia da PUC-SP, em 1979, oferecido a formandos em psicologia.

 

Como jornalista, trabalhou em revistas e periódicos, passando por veículos como Folha de S. Paulo, Planeta, Bravo!, Jornal do Brasil, O Globo, e Zero Hora. Atualmente escreve para o Diário do Comércio na coluna Mundo Real. Além da manutenção periódica da página pessoal com novos artigos e ensaios, Carvalho ministra cursos à distância e presenciais no âmbito da filosofia, bem como promove palestras e conferências.

 

É autor de vários livros, sendo o primeiro deles, lançado em 1980, A Imagem do Homem na Astrologia. Seu livro “O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”, lançado em 2013, vendeu algo próximo de 320 mil exemplares.

 

Olavo de Carvalho mora atualmente em Richmond, no estado norte-americano de Virgínia. Segundo ele, um dos motivos para sua mudança do Brasil para os EUA, em 2005, foi a chegada do PT ao poder, afirmando: "Pensei: Isto aqui está tão louco, tão louco, que se eu continuar aqui vou ficar louco também." Carvalho declarou em seu programa que em dezembro de 2009 teria recebido do governo dos Estados Unidos o visto de residência após um tempo de espera de aproximadamente três anos, ao final do qual passou a residir naquele país. Foi-lhe concedido o "Green Card for foreigners with extraordinary abilities." Desde então, além da manutenção periódica da página pessoal com novos artigos e ensaios, Carvalho ministra cursos à distância e presenciais no âmbito da filosofia, bem como promove palestras e conferências. Estes cursos são para ele, uma forma encontrada para enfrentar o que define como a "morte da alta cultura brasileira".. 

 

Olavo é também o presidente de uma ONG chamada "Inter-american Institute".

 

O cineasta pernambucano Josias Teófilo, dirigiu um documentário que aborda a vida doméstica, biografia e filosofia de Olavo de Carvalho, rodado na residência deste em Colonial Heights, EUA O longa-metragem O Jardim das Aflições, título retirado de um de seus livros, contou com a produção de Matheus Bazzo e direção de fotografia de Daniel Aragão. O filme foi inteiramente realizado com recursos captados através de financiamento coletivo e tem lançamento previsto para 2017. Ao todo foram quase três mil doadores e arrecadação de 320 mil reais. O documentário esteve envolvido em uma polêmica com a esquerda brasileira, quando 07 cineastas resolveram tirar seus filmes da competição da 21  Edição do CINE-PE, em protesto contra a inclusão do documentário de Olavo de Carvalho na competição. Segundo eles, o protesto era contra a inclusão de filmes de “direita”. Com tudo isso, no entanto, o filme de Josias Teófilo foi eleito o Melhor Filme do Festival, por Crítica e pelo Público.

 

A filosofia de Olavo é fundamentada na defesa dos princípios metafísicos das antigas civilizações e no combate à perda do sentido simbólico do universo. Ele não avalia o mundo contemporâneo como uma realização do progresso, mas como um ocaso, expressão de uma crise da civilização que, segundo sua linha de pensamento, seria o adentrar na barbárie. Isso seria o resultado de um processo de fortalecimento da consciência coletiva, iniciado no Renascimento que atinge seu ápice na Revolução Francesa com a prevalência da “opinião pública". A tônica de sua obra é a "defesa da interioridade humana contra a tirania da autoridade coletiva, sobretudo quando escorada numa ideologia "científica". Segundo Olavo, "somente a consciência individual do agente dá testemunho dos atos sem testemunha, e não há ato mais desprovido de testemunha externa do que o ato de conhecer".

 

Olavo é crítico do que chama de "sacerdócio das trevas", que engloba o kantianismo, o hegelianismo, o marxismo, o positivismo, o pragamatismo, o nietzcheanismo, a psicanálise, a filosofia analítica, o existencialismo, o desconstrucionismo, a teologia da libertação, o relativismo moral, cultural e ético, dentre outras correntes filosóficas e intelectuais. Segundo Carvalho, essas correntes transferem a responsabilidade de conhecer a verdade do indivíduo para o coletivo. Critica a culpa entregue ao "sistema", ao "mundo" e à sociedade pelos problemas de diferentes assuntos.

 

Define filosofia como "a busca da unidade do conhecimento na unidade da consciência e vice-versa". Explica ainda que esta definição aplica-se também às filosofias que negam o conhecimento ou que negam a unidade da consciência.

 

Ele é um grande crítico do pensamento coletivo nacional por sua suposta despreocupação com o futuro. De acordo com seu pensamento, a cultura brasileira, orientada sobretudo para a autodefinição da especificidade, inclina-se a supervalorizar o popular, o antropológico e o documental acima do que chama de valores supratemporais.

 

Olavo construiu e elaborou o conceito Paralaxe Cognitiva, que define como “o afastamento entre o eixo da construção teórica e o eixo da experiência real anunciado pelo indivíduo”. Trata-se de um auto-engano coletivo, com origem na modernidade, estando presente em várias obras de pensadores ou filósofos modernos. A manifestação aguda de Paralaxe Cognitiva estaria presente na mentalidade revolucionária, representada em duas inversões principais: o revolucionário colocaria o futuro como parâmetro para julgamento de suas ações, não prestando conta pelos seus atos passados; e a inversão na relação entre sujeito e objeto, pois o revolucionário ao atacar seus opositores, os considera na verdade como os atacantes, formadores de uma barreira aos seus projetos.

 

Outro conceito elaborado por ele é o Trauma da Emergência da Razão, em que um indivíduo, após adquirir ao longo do tempo uma massa amorfa de experiências, tenta expressá-la e lhe dar coerência, e acaba chegando a um momento crítico de tensão. Consiste, portanto, num confronto do indivíduo com sua própria realidade, em que após o ato de confessá-la, sua autoconsciência é elevada, num processo descrito na Teoria das Doze Camadas da Personalidade, também elaborada por Olavo.

 

Em “A fonte da eterna ignorância”, Olavo escreve que no Brasil a cultura é vista como significado de eventos e espetáculos, que por sua vez, servem apenas para enriquecer os produtores dos eventos, divertir as massas populares e fazer propaganda política.

 

Olavo afirma que suas idéias não se enquadram em uma categoria ideológica, condenando quem adota posições por automatismo sustentado por ideologias. Ele aponta que o coeficiente de esquerda ou de direita está nos olhos do observador e varia conforme as épocas e os lugares. Olavo diz que prefere se manter afastado dos enquadramentos ideológicos no Brasil, muito embora se veja alinhado à direita americana.

 

De acordo com Olavo de Carvalho, a esquerda política brasileira conseguiu dominar a universidade, a mídia, a cultura e a política do país, empregando os métodos de Antonio Gramsci.

 

“Todo sujeito que se deixa moldar à idéia de seu inimigo já está derrotado. É a vitória perfeita. Lenin já dizia que a vitória perfeita era obtida sem lutar, o adversário se entrega. Pois eles, a esquerda, conseguiram. A esquerda adotou uma tática muito inteligente criada por Antonio Gramsci, o pensador italiano. Consiste em dominar primeiro todo o universo da cultura, das idéias, da educação, antes de conquistar o poder. Então, esse pessoal durante o regime militar já estava aplicando isso. Ocuparam as universidades, as redações de jornais. De repente, não havia mais idéias conservadoras em circulação. E se você não tem as idéias, as pessoas não tem como se definir. Elas não têm nem como se expressar. Se um político hoje vai se expressar, ele usa a linguagem da esquerda. São burros e presunçosos.”

 

Entre indivíduos já criticados por Olavo estão Lula, Fidel Castro, Barack Obama, entre outros. Poder-se-ia citar ainda entidades como o Foro de São Paulo, o MST, o Partido dos Trabalhadores, as FARC”s e a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil.Critica bastante o desarmamento civil, e alega que as organizações desarmamentistas estão ligadas aos interesses de grupos milionários nacionais e estrangeiros.

 

Para Carvalho, existe uma grande discrepância entre a vontade, os posicionamentos e as opiniões do povo brasileiro em relação às das elites intelectual e política brasileira, sendo o Brasil um povo conservador, que não encontra representação em nenhum dos grandes partidos políticos, que inclusive defendem o oposto da vontade popular.

 

Aponta o comunismo como responsável por assassinatos em massa. Olavo afirma que durante a Guerra Fria, os serviços de inteligência dos países do bloco comunista atuaram intensamente no Brasil, baseando-se nos relatos de Ladislav Bittman.Em um artigo jornalístico produzido em dezembro de 2010 para a revista Época, o autor sugeriu que Ladislav Bittman teria, na posição de agente da STB, conduzido operações de bandeira falsa e desinformação, fazendo com que as agências de inteligência norte-americanas levassem a culpa pelo golpe de 1964 no âmbito das escolas e da mídia brasileira.

 

Em 1996, Carvalho "profetizava", em entrevista ao jornalista Pedro Bial, no telejornal da Globo, Bom Dia Brasil, que apesar do então recente colapso socialista na URSS, a esquerda brasileira iria ascender ao poder com grande força, já que, de acordo com ele, "a partir da década de 1960, foram adotando a estratégia gramsciana, que é a de fazer a revolução cultural primeiro para fazer a revolução política depois". Ainda acrescentou que "muitas vezes [os esquerdistas] têm poder, mas não assumem que têm, então continuam se sentindo perseguidos e infelizes".

 

Em entrevista à BBC, em dezembro de 2016, Olavo, quando perguntado sobre a direita brasileira, afirmou: "quis que uma direita existisse [no Brasil], o que não quer dizer que eu pertença a ela. Fui o parteiro dela, mas o parteiro não nasce com o bebê". Para ele "atualmente é obrigatório estar na direita", mas deixou claro que não tem "compromisso com nenhuma política em particular".

 

 







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