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29/01/2016

Disco do Mês de Janeiro 2016

DAVID BOWIE - "Blackstar"


DAVID BOWIE - "Blackstar"

 

 

Para a geração que viveu os seus anos de juventude no final dos anos 60 e inícios dos 70, a chamada Geração Musical de Woodstock, só a passagem de John Lennon, em 08/12/1980, pôde rivalizar em impacto e consternação mundial com a de seu compatriota, igualmente genial e famoso, David Bowie, ocorrida neste 10 de Janeiro.

 

Isso, porque apenas o Beatle citado e uns poucos mais músicos de rock/pop/folk, que certamente caberiam na contagem dos dedos de uma mão (Dylan, Lou Reed ....  e  paramos por aqui), ocupam o mesmo panteão individual reservado ao “camaleão do rock” e com ele podem competir em pé de igualdade em termos de importância histórica e de genialidade musical.

 

Como se isso não bastasse, junte-se também a sua personalidade ímpar, anos-luz à frente de seu tempo, sempre antenada com o que de mais vanguardista se desenhava no  “show-bizz” internacional.  Bowie foi o grande “avatar da efemeridade”, seja incursionando pelas mais diversas expressões artísticas, como o cinema, o teatro e a fotografia, ou ditando tendências e modismos, estéticos ou comportamentais.

 

Talvez não por acaso, o mestre das mutações que nos legou discos notáveis, passeando pelo psicodelismo alienígena de “Space Oddity”e “Ziggy Stardust”, pela androginia de “Aladdin Sane”, pelo soul de “Young Americans”, pelo “dance” de  “Let’s Dance”, pela elegância “dandy”  de “Station to Station”, pela trilogia tecno-berlinense de “Lodger”, “Low”e “Heroes” , pelo rock industrial pesado dos discos do Tin Machine e que mais uma vez ressurgiu em 2013 com o excepcional  “The Next Day”, escolheu a classe do “jazz”  para  pincelar seu último trabalho.

 

Assessorado pelo quarteto do saxofonista Donny McCaslin, “Blackstar”  (Estrela Negra) , seu disco quase póstumo, lançado pouquíssimo antes do anúncio de sua morte, resultante de complicações de câncer, deve ser encarado não apenas como um testamento que retrata a última e mais dolorosa fase de permanência de Bowie entre nós, mas também como o toque de classe final que se esperaria de um gênio musical dessa envergadura.







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