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03/11/2013

Os 06 Livros que Marcaram a Minha Vida

Os 06 Livros que Marcaram a Minha Vida

DON     QUIXOTE
A    MARAVILHOSA   VIAGEM   DE  NILS   HOLGERSSON   ATRAVÉS   DA   SUÉCIA
RATOS       E   HOMENS
DEMIAN
NEM     ÁGUA       NEM    LUA
O    EVANGELHO    SEGUNDO    KARDEC

Os 06 Livros que Marcaram a Minha Vida

Leia    este  artigo    escutando      "Aviões  de  Papel"    com   Rodrigo  Leão:

 

 

  1. DON   QUIXOTE  (Miguel de Cervantes Saavedra) 

A  epopeia do Cavaleiro da Triste Figura de Cervantes, o tragicômico sonhador, eterno perseguidor de moinhos de vento e seu contraponto realístico encarnado no fiel escudeiro Sancho Pança, representam à perfeição os valores antagônicos e complementares que convivem em um mesmo universo, em todas as instâncias, e é um dos dois basilares livros de minha infância; foi mais do que justamente eleita como a melhor obra de ficção de todos os tempos por uma seleta equipe de críticos literários  e condenou-me para sempre a  alma quixotesca a dividir o cenário com a mente e o corpo de Sancho Pança....   dicotomias polarizadas, que mais tarde o gênio de Hesse provou serem de fato policromias, um enigmático e caleidoscópico jogo de contas coloridas que a cada um de nós é proposto em sua escala evolutiva.....

“Sonhar o sonho impossível,
Sofrer a angústia implacável,
Pisar onde os bravos não ousam,
Reparar o mal irreparável,
Amar um amor casto à distância,
Enfrentar o inimigo invencível,
Tentar quando as forças se esvaem,
Alcançar a estrela inatingível:
Essa é a minha busca.”

 

Dom Quixote

Como  sugestão  complementar  leia este comentário sobre D. Quixote escutando Maria Bethânia em “Sonho Impossível”   :

http://www.youtube.com/watch?v=agXqzYVEeGM

 

 

  1. A  MARAVILHOSA  VIAGEM  DE  NILS  HOLGERSSON ATRAVÉS DA SUÉCIA  (Selma  Lagerloff)  

 

" VÔO     COM   PÁSSAROS"     (Quadro   de    Viti  Grosman)

 

A fascinante viagem de Nils, um menino sueco transformado em gnomo e transportado nas costas de um ganso doméstico, que,  em sua primeira investida em busca da liberdade,  acompanha um bando de gansos selvagens através de todo o território sueco,  é o segundo livro marcante de minha infância; escrito pela sueca Selma Lagerloff, Prêmio Nobel  de Literatura em 1909, é um livro mágico que precisa ser descoberto – ou redescoberto, se for o caso – urgentemente pelas gerações mais jovens.

Como sugestão complementar, veja aqui o vídeo de apresentação  do livro de Selma Lagerloff:

http://www.youtube.com/watch?v=Pdoxp8zAJcs

 

 

 

  1. RATOS  E  HOMENS  (John Steinbeck) 

 

 

“Lennie ergueu os olhos tristes para o amigo. - Eles eram tão pequeninos... - disse como quem se desculpa. - Eu fazia carinhos neles, mas os ratos mordiam os meus dedos e eu apertava a cabeça deles e depois eles morriam... porque eram tão pequeninhos. Eu queria ter logo coelhos, George. Coelho não é tão pequeno como rato.”

 

( “Ratos e Homens” John Steinbeck )

 

Steinbeck foi sem dúvida o grande nome literário de minha juventude e correspondeu a um período em que todo o jovem busca se firmar apoiado num certo esnobismo intelectual;  o universo árido e desolador da Califórnia da Grande Depressão Americana, pouco após o término da I Grande Guerra Mundial, casou perfeitamente com a centelha de humanismo nascente no jovem de vida despreocupada que um dia fui.

 

Veja aqui trechos de um filme com citação a “Ratos e Homens”, o grande clássico de Steinbeck:

 

http://www.dailymotion.com/video/xemn5z_ratos-e-homens-ben-e-sawyer_shortfilms

 

 

  1. Demian (Herman Hesse)  

 

" (...) Não creio ser um homem que saiba. Tenho sido sempre um homem que busca, mas já agora não busco mais nas estrelas e nos livros: começo a ouvir os ensinamentos que meu sangue murmura em mim. Não é agradável a minha história, não é suave e harmoniosa como as histórias inventadas; sabe a insensatez e a confusão, a loucura e o sonho, como a vida de todos os homens que já não querem mais mentir a si mesmos.

A vida de todo ser humano é um caminho em direção a si mesmo, a tentativa de um caminho, o seguir de um simples rastro. Homem algum chegou a ser completamente ele mesmo; mas todos aspiram a sê-lo, obscuramente alguns, outros mais claramente, cada qual como pode. Todos levam consigo, até o fim, viscosidades e cascas de ovo de um mundo primitivo.

Há os que jamais chegam a ser homens e continuam sendo rãs, esquilos e formigas. Outros são homens da cintura para baixo. Mas cada um deles é um impulso em direção ao ser. Todos temos origens comuns: as mães; todos proviemos do mesmo abismo, mas cada um - resultado de um tentativa ou impulso inicial - tende a seu próprio fim. Assim é que podemos entender-nos uns aos outros, mas somente a si mesmo pode cada um interpretar-se."

 

Essa é uma parte do trecho inicial de Demian, livro escrito por Hermann Hesse, ganhador do Nobel de Literatura de 1946; Da trilogia de grandes livros de Hesse dedicados às fases da vida do homem ( os outros dois são “O Lobo da Estepe” e “Siddhartha”), certamente um dos autores mais influentes de minha geração, a história da juventude de Emil Sinclair e as referências à marca de Caim e a  Abraxas, o deus sem medo e sem culpa, que li pela primeira vez aos 20 e poucos anos, foi provavelmente o mais marcante da minha fase Hesse, embora reconheça ser difícil selecionar um entre os riquissimos compêndios de vida do Mestre alemão

Não deixe de conferir aqui o belíssimo vídeo-trailer de “Demian”  de Herman Hesse:

http://www.youtube.com/watch?v=WeM178R81-g

 

 

  1. NEM  ÁGUA  NEM  LUA   - Baghwan Shree Rajneesh

 

"Por anos e anos, a monja Chiyono estudou sem conseguir chegar à iluminação.

 Uma noite, estava a carregar um velho pote cheio de água.

 Enquanto caminhava, ia observando a lua cheia refletida na água do pote.

 De repente, as tiras de bambu que seguravam o pote inteiro partiram-se e o pote despedaçou-se.

 A água escorreu,

 o reflexo da lua desapareceu

 - e Chiyono Iluminou-se.

 

 

 Ela escreveu estes versos:

 "De um modo ou de outro tentei segurar o pote inteiro,

 esperando que o frágil bambu nunca se partisse.

 De repente, o fundo caiu.

 Não havia mais água,

 nem mais lua na água

 o vazio em minhas mãos."

 

Tal é o início de uma das maravilhosas parábolas em que  à maneira dos velhos monges budistas que respondiam às perguntas dos discípulos com histórias cheias de espírito, algumas bem-humoradas, mas encerrando todas elas lições de sabedoria, o guru místico Baghwan Shree Rajneesh reconta dez histórias ZEN; Baghwan depois tornou-se mundialmente conhecido como Osho (segundo ele, aquele que se dissolveu no oceano de conhecimento) e, como tal, granjeou milhares de simpatizantes e seguidores ao abordar os ensinamentos de Sigmund Freud a Chuang Tzu, de George Gurdjieff a Buda, de Jesus Cristo a Rabindranath Tagore; o  pensamento de Rajneesh está exposto em mais de mil livros que podem elucidar sobre a sua filosofia e, de cada um, Baghwan/Osho extraiu a essência do que é significativo na busca espiritual do homem, baseando-se não apenas na compreensão intelectual, mas na sua própria experiência existencial; figura extremamente polêmica  - em boa parte, porque ele próprio raramente procurava apaziguar ou evitar conflito -  nunca foi um moralista, enfatizando sempre a consciência individual e a responsabilidade de cada um por si mesmo. “Nem água nem lua” foi o primeiro de uma série de livros que literalmente “abriram” a minha consciência nos idos dos 70/80 e levaram alguns amigos e conhecidos a me chamarem de “bagulhão”, provavelmente uma referência jocosa à estranheza que as palavras do guru de Poona (Índia) despertavam na época.

Como sugestão opcional ouça aqui o mantra “kaun kehta hai bhagwan ata nahi”, uma homenagem à sabedoria milenar do Oriente que nos foi legada pelos Grandes Mestres do passado e condensada – e adaptada aos novos ciclos evolutivos – pelos ensinamentos de Bhagwan/Osho

 

http://www.youtube.com/watch?v=ZZk09BLi2mU

 

 

  1. O  EVANGELHO  SEGUNDO  KARDEC  -  (Alan Kardec)

Simplesmente não existem palavras que possam sequer fazer jus ao que significa este aprofundamento das palavras do Nazareno, de acordo com os ensinamentos da Espiritualidade Superior, codificados por Kardec!  Leia e faça seu caminho!

 

 

 







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