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17/04/2014

LEONARD COHEN / RICHARD HAWLEY / MARK EITZEL / DAVID SYLVIAN / STEVE KILBEY / JOE HENRY

06 EXTRAORDINÁRIOS VOCALISTAS MASCULINOS POP/ROCK QUE NUNCA SE APRESENTARAM NO BRASIL


06 EXTRAORDINÁRIOS VOCALISTAS MASCULINOS POP/ROCK QUE NUNCA SE APRESENTARAM NO BRASIL

 

Antes  de  enunciar  os  06  vocalistas  escolhidos,  quero  abrir  um  mais  do  que  merecido  espaço  para  MICHAEL  FRANKS,  que,  por  estar  mais  adequadamente  enquadrado  dentro  do  estilo conhecido  como  “smooth  jazz”,  acaba  fugindo  um  pouco   ao  enquadramento  exclusivamente  rock/pop  deste  artigo.  No entanto, para  nós  brasileiros  é  até uma  questão  de  inteira  justiça  e   gratidão  retribuir  a  esse  californiano  de  La Jolla, o  imenso   amor  e  admiração  que  ele  devota  à   nossa  música  e  ao  maestro  Antonio  Carlos  Jobim  -  de  quem  foi  particular  amigo  -  em  especial; desde  o  início  de  sua  carreira,  no  início  dos  anos  70, Michael  Franks    sempre  prestigiou  a  nossa  música  e  teve   vários  trabalhos  nos  quais  se  aventurou    com   a  maior  competência  pelos  trilhos  da  nossa  “bossa  nova” ;  dedicou  também  algumas  composições  ao  amigo  Tom,  como  “Abandoned Garden”  e  “Antonio’s Song”,    e  ao  Brasil que  visitou  em algumas  ocasiões,  sem  nunca  ter  se  apresentado  ao  vivo  ao  grande  público.  Por  tal motivo, nada   mais  justo  do  que  homenageá-lo ,  dedicando  a  ele  o  posto  de  patrono  de   todos  os  grandes   “crooners” que  jamais  de  apresentaram  em  nosso país. 

  Imperdoável!

 

"Abandoned  Garden"   para   TOM  JOBIM

 

 

 

 

 

 

LEONARD  COHEN -    

 

 

Esta relação  só  pode  ser  encimada  pelo  legendário  canadense  nascido em 1934  em  Montreal   e  o  mais  literário  e incensado  dos  cantores/compositores  ainda  vivos; escritor bissexto e poeta de  mão cheia,  iniciou  a  carreira   como  cantor  em  1967, quase por acaso, já que seus livros e  poemas, apesar do sucesso de crítica, em pouco contribuíam para pagar suas contas. De lá para cá, foram quase 50 anos de estrada,  com vários discos memoráveis  e  composições  marcantes, como “Suzanne”, “Hallelujah”, “I’m your man”, “Famous blue raincoat” e “Dance me to the end of Love”,  entre  muitas outras. Hoje, perto dos 80 anos e ainda em plena atividade, esse “mulherengo” emérito que oscilou  entre os  extremos  prazeres  mundanos  e  o  ascetismo  de  um  monge  budista,  recolhido  ao  isolamento de um mosteiro tibetano,  ele  parece  ter  conseguido   conciliar  todas  as  contradições   de  seu  passado,  fazendo  de  todas  essas  experiências  uma  fonte  de  transbordante  energia, e  respaldado  no  fato  de  ser  considerado  o  melhor  letrista  da  história da   música  pop/rock/folk, continua esbanjando charme e musicalidade.  Até há  pouco  tempo  em turnê  pelas muitas  esquinas   do  mundo,  é  francamente  desalentador  e  frustrante  que  algum  empresário  mais  ousado  ( ou  mais  visionário,  quem  sabe...)  não  se  arrisque  a  trazê-lo   para  uma  apresentação  em  solo  tupiniquim......   fica  a  dica!!!

 

 

 

RICHARD  HAWLEY  -    

 

Esse  elegantíssimo  inglês  de  Sheffield,  guitarrista, compositor  e  cantor, é  conhecido como o Frank Sinatra do rock moderno, talvez   por  dedicar-se  a  um gênero   musical  mais  identificado  com  os anos  50/60,  embora,  no  meu  ponto  de  vista,  seu  timbre   de  voz  -  e  até  o  gênero  musical  a  que  se   dedica  -  evoque  muito  mais  Roy  Orbison  e  o  genial   Scott Walker   do  que  propriamente  Sinatra.  Certamente um  dos  segredos  mais  bem  guardados  da  música  pop  atual, Hawley  que  conta  em seu  histórico  musical  com  uma  curta  passagem  pelo  grupo  britânico  Pulp,  construiu  uma  “glamourosa”  carreira  solo ( já  com 06 discos lançados) em que predominam as composições românticas, pontuadas pelo vozeirão, pelas melodias de guitarra com o efeito conhecido como "tremolo"  e pelo visual típico da época: óculos escuros, gel no cabelo e trajes negros....  imperdível, tanto para os “saudosistas”  dos  “fifties”, quanto para os apreciadores da boa  música  em geral.....

 

 

MARK  EITZEL  -        

 


Após iniciar a carreira em bandas obscuras nos inícios dos anos 80, o californiano Mark Eitzel formou a banda  American Music Club em 1982 em  S. Francisco, onde se manteve como vocalista e compositor por  12  anos, construindo uma carreira “Cult”  e prestigiada por  toda  a crítica especializada, até iniciar uma formidável carreira solo em 1994, com vários álbuns lançados desde então, entre os quais se destacam  “60 Watt silver lining”, o primeiro de 1996, “Caught in a trap and i can’t back out ‘cause i Love you too much, baby” de 1998,”The invisible man” de 2001  e”Don’t be a stranger” de  2012.

 

 

 

http://www.cultseraridades.com/disco-do-mes-detalhe.php?id=56&Mark+Eitzel+-+%22Don%27t+be+Stranger%22+ ) ;

Com sua voz personalíssima  e  composições  de  extrema  elegância e bom  gosto,  Mark Eitzel é um dos mais talentosos “crooners”  de  sua  geração  e  certamente  merece  em  nosso  país  uma  divulgação bem  maior  do  que a  que  possui  no  momento...

 

 

DAVID   SYLVIAN  -         

 

 

 

 

 

O inglês  David Sylvian adquiriu proeminência inicialmente no final dos anos 70 como vocalista e principal compositor do grupo Japan e em 1983 como a voz por trás da belíssima música “Forbidden Colours”, em parceria com Ryuichi Sakamoto, música tema do filme “Merry Christmas Mr. Lawrence”; no entanto, Sylvian  poderia ter sua trajetória descrita como uma carreira esotérica e de longo alcance que abrangeu não só discos solo como também uma série fascinante de colaborações e incursões em cinema, fotografia e arte moderna; além do já citado tecladista nipônico, músicos que tocaram ou gravaram com Sylvian, estiveram desde músicos de jazz e de vanguarda, como Mark Isham, John Taylor, Kenny Wheeler, David Torn e Derek Bailey, até músicos de rock progressivo e krautrock, como Robert Fripp, Bill Nelson e Rolger Czukay. Dono de uma inquietude musical que sempre o levaram a fascinantes trilhas, oscilando entre o hermetismo musical e a elegância comercial de alguns trabalhos, David Sylvian é sem dúvida um dos  músicos  mais  fascinantes  da história do pop ocidental

 

 

STEVE  KILBEY  -       

 

 

Embora tenha nascido na Inglaterra, mas desde criança radicado na Austrália, Steve Kilbey, assim como os famosíssimos irmãos Gibb (Bee Gees) que cumpriram idêntica trajetória,   é uma das mais conhecidas referências artísticas  associadas ao país dos cangurus.  Fundador,  líder, compositor  e vocalista da banda  The Church, uma referência seminal na cena  rock/pop dos anos 80/90, Steve Kilbey  lançou-se desde cedo  em  careira  solo  paralela e, mais recentemente, em duo com Martin Kennedy; músico e compositor  dos mais prolíficos, Kilbey, místico e dedicado pai de família nas – pouquíssimas - horas vagas, empresta sua voz inconfundível  à neo-psicodelia do The Church ou às músicas mais reflexivas de sua carreira solo ou em duo ....  em  qualquer dos casos, música adulta da melhor safra que mereceria maior divulgação em nosso país.

http://www.cultseraridades.com/disco-do-mes-detalhe.php?id=48&Isidore+-+%22Life+somewhere+else%22+

 

 

 

 

 

JOE   HENRY   -       

 

 

O cunhado  de  Madonna  prescinde  inteiramente    de qualquer  tipo  de  apoio  da  “superstar”  mais  badalada   para  firmar  seu  nome  como  um  dos  mais  brilhantes  músicos  de  sua  geração!  Cantor ,  guitarrista, compositor  e  produtor  musical  premiadíssimo  - além de várias nomeações, já ganhou o “Grammy” nessa categoria em 2002 para o extraordinário disco de Solomon Burke, “Don’t give up on me”  e  em 2009 para o disco de   Ramblin’Jack Elliott,     “A stranger here”  -  esse  americano da Carolina do Norte  já  trabalhou  com  várias  figuras  cintilantes  da  cena  musical,  como  Daniel Lanois, T-Bone Burnett, Marc Ribot, o pianista Brad Mehldau e o saxofonista Ornette Coleman que deu uma raríssima canja numa das composições de Joe Henry, incluída no álbum “Scars”  de 2001. Com 14 excelentes trabalhos já lançados, Joe Henry encerra com todo o brilho a lamentável  -  para  nós.... -   galeria de extraordinários  “crooners”  que  nunca  se  apresentaram  em  nosso  país.

 

 

 

 

 

 

Se  você  curtir  estes  fabulosos  artistas  e  gostaria  também  de  poder vê-los  ao  vivo  em  nosso  país,  colabore  divulgando  e prestigiando  o trabalho  deles....  ajude  a  prestigiar  a  boa música  de  qualquer procedência  e  delete   aquelas  de  péssima  extração  :  não   se  esqueça que  o Mercado   Musical   só  oferece  aquilo  que  tem  aceitação!!!

 







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