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24/05/2015

Poesia de William Ernest Henley

I N V I C T U S


I N V I C T U S

 

 

 

William Ernest Henley  (1849-1903),   foi um influente poeta e escritor inglês, da Era Vitoriana, cuja obra máxima é o belíssimo poema “INVICTUS” , que reproduzo abaixo, tornado famoso nos tempos modernos pelo filme homônimo de Clint Eastwood , em 2009. Teve uma existência trágica, que incluiu a amputação da perna esquerda em consequência de tuberculose nos ossos - doença essa que, posteriormente, seria o motivo de seu falecimento - e a morte prematura de sua única filha, Margaret, aos 11 anos, que foi a figura inspiradora imortalizada como Wendy no clássico juvenil, “Peter Pan” , de J. M. Barrie. Amigo pessoal de Robert Louis Stevenson, a figura e o caráter de Henley foram também inspiração para o personagem Long John Silver, o pirata com a perna de pau do clássico de Stevenson, “A Ilha do Tesouro”. Henley foi um dos principais precursores da moderna poesia.

 

 

 

 

 

INVICTUS

 

 

Out of the night that covers me

Black as the pit from pole to pole

I thank whatever Gods may be

For my unconquerable soul

 

 

In the fell clutch of circumstance

I have not winced nor cried aloud

Under the bludgeonings of chance

My head is bloody but unbowed

 

 

Beyond this place of wrath and tears

Looms but the horror of this face

Yet the menace of the years

Finds, and shall finds, me afraid

 

 

It matters not how strait the gate

How changed with punishment this scrolls

I am the master of my fate

I am the captain of my soul

 

 

 

 

 

 (Tradução)

 

 

Do fundo desta noite que persiste

A me envolver em breu – eterno e espesso,

A qualquer deus – se algum acaso existe,

Por mi’alma insubjugável agradeço.

 

 

Nas garras do destino e seus estragos,

Sob os golpes que o acaso atira e acerta,

Nunca me lamentei – e ainda trago

Minha cabeça – embora em sangue – ereta.

 

 

Além deste oceano de lamúria,

Somente o Horror das trevas se divisa;

Porém o tempo, a consumir-se em fúria,

Não me amedronta, nem me martiriza.

 

 

Por ser estreita a senda – eu não declino,

Nem por pesada a mão que o mundo espalma;

Eu sou dono e senhor de meu destino;

Eu sou o comandante de minha alma.

 

 

(poema de William Ernest Henley tradução de André Masini)







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