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04/10/2016

Artigo de Paulo Monteiro

Sim, eu apoio Donald Trump nas eleições americanas


Sim, eu apoio Donald Trump nas eleições americanas

 

 

 

 

 

 

 

Inicialmente, vamos deixar uma coisa bem clara: as eleições americanas me interessam, sim, como interessam a você e como interessam a todos aqueles que defendem os valores da civilização ocidental e os ideais de liberdade e de democracia que são o alicerce e a bandeira empunhada com absoluta exclusividade pela assim dita civilização ocidental.

 

Esses mesmos valores que tiveram seu parto luminoso na República Ateniense de Sócrates, Platão e Aristóteles, um tanto que hibernaram, adormecidos sob o domínio dos Romanos e no longo inverno medieval, para ecoarem em estertores isolados no Renascimento europeu, em pleno alvorecer da Idade Moderna, com Francesco Petrarca - o pai do Humanismo -, Erasmo de Roterdão, Thomas More e outros e ressurgirem esplendorosos no século XVIII, com o Iluminismo de Baruch Spinoza, John Locke, Voltaire e Montesquieu, e se tornarem  o combustível incendiário que alimentou os ideais democráticos da  “Liberté, Égalité et Fraternité”  que constam na Declaração Francesa dos Direitos do Homem e do Cidadão, certamente o fruto mais nobre da sangrenta Revolução francesa de 1789.

 

Esses mesmos ideais ardorosos de Liberdade e Humanismo, defendidos por espíritos superiores, como Johann Goethe e Thomas Mann e que, expatriados de uma Europa combalida por séculos de guerras fratricidas, atravessaram o Atlântico para influenciar Benjamin Franklin e Thomas Jefferson, entre vários outros, e estão no cerne da Declaração da Independência dos Estados Unidos e da Carta dos Direitos dos Estados Unidos e se instalaram solidamente no Novo Mundo sonhado.

 

Se você duvida, está lá na entrada do porto de Nova Iorque, para quem quiser ver, aquela velha senhora esverdeada, chamada oficialmente de “A Liberdade Iluminando o Mundo” para lembrar-lhe que, ali, em pleno coração de Nova Iorque repousa “em berço esplêndido” o solitário bastião defensor desses nobres ideais, patrimônio da Civilização Ocidental, conquistados a ferro e fogo ao longo de tantos séculos. Ideais tais como Liberdade de crença, de expressão e de pensamento, que só existem no mundo ocidental e em seus aliados.

 

Foi em nome desses ideais de Liberdade e Democracia que esta mesma civilização ocidental foi salva – em grande parte, graças ao apoio dos Estados Unidos – dos totalitarismos fascista, nazista e comunista. Foi mantendo uma postura forte e determinada que os Estados Unidos lograram salvaguardar os interesses ocidentais, acuados pela sanha imperialista e totalitarista soviética, durante os anos da Guerra Fria. E se você ainda acredita que a Guerra Fria foi encerrada com a Queda do Muro de Berlim e a fragmentação da antiga União Soviética, perceba que a realidade é bem outra. Ela apenas adquiriu uma nova roupagem, talvez mais complexa e sutil, mas nem por isso menos ameaçadora e perigosa. Para quem tem espírito isento e visão para enxergar, basta lembrar que as garras do totalitarismo, via Unasul/Foro de São Paulo, investiram tenazmente sobre todo o território sul-americano, em pleno quintal de influência ocidental e democrática, e, particularmente, até alguns meses atrás, sobre a Pátria Amada, graças à conivência da hegemonia lulopetista, até há pouco tempo no poder.

 

Se o totalitarismo, inteiramente avesso à Liberdade e à Democracia, é a bandeira e única condição de sobrevivência do Bloco Soviético, países de sua esfera e de seus derivados, é oportuno lembrar que ele também é característica básica comum aos demais blocos fora do Bloco Ocidental: ao Bloco Islâmico e à China Totalitarista e neocapitalista, hoje talvez mais preocupada em estender a sua influência pela via Financeira Capitalista, um domínio mais sutil, mas  nem por isso uma forma de confronto menos eficaz.

 

E, não se engane: é absolutamente utópico acreditar na existência de alguma opção para os demais países do mundo, que signifique permanecer inteiramente neutro, ou fora de algum desses blocos, em termos geopolíticos. Num mundo cada vez mais globalizado, com as distâncias encurtadas pelos transportes e pelas comunicações e as informações compartilhadas pela mídia quase que simultaneamente, o isolamento não é opção e o alinhamento geopolítico a algum desses blocos tornou-se algo inevitável.

 

Na mesma linha de pensamento, só quem ainda acredita que vivemos num “Shangri-La” onírico e lendário pode imaginar que não existam confrontos ideológicos, políticos, geopolíticos, financeiros e até territoriais entre esses blocos, velada ou abertamente. Perante uma Europa cada vez mais debilitada e confusa, acuada por dissensões internas e pela urgência em solucionar a grave questão da maciça Imigração de origem islâmica (com todos os dilemas sociais, culturais e morais daí advindos) para dentro de suas fronteiras, resta aos Estados Unidos – como sempre, nos últimos anos, aliás, diga-se “en passant” – permanecer forte para fazer frente a tais confrontos.

 

Porque só uma América com uma postura INICIALMENTE forte e determinada, por mais que buscando sempre que possível o diálogo e o consenso, poderá ser respeitada e escutada pelos demais blocos nãodemocráticos,que, até por isso, pela ausência de uma cultura democrática, necessitam ser confrontados por uma postura firme e enérgica, como de resto é algo já sobejamente sabido por todos aqueles que têm a incumbência de comandar homens, famílias, grupos, comunidades, povos e nações.   

 

No entanto, o que temos observado durante esses oito anos da administração de Barack Obama é um contínuo enfraquecimento dos Estados Unidos e um consequente avanço da influência dos demais blocos: o Fundamentalismo Islâmico, cada vez mais feroz, agressivo e audacioso, sobretudo em solo europeu e em países árabes mais vulneráveis, o Urso Russo rugindo cada vez mais perto do solo europeu ocidental, para nem mencionar o emergente poderio financeiro chinês, cada vez mais atuante.

 

“Okay”! Obama Barack é um cara legal, educado, elegante até à medula, o cara gente fina que todos sonhamos para vizinho e Michelle Obama, “wow”, é uma senhora mulher, linda, distinta e maravilhosa. Assumo, sou fã #1 do casal! Confesso até que fui  “eleitor” fanático do cara em 2008, quando assumiu pela primeira vez a presidência dos EUA. Afinal, ele é o primeiro negro (ou afro-americano, como eles preferem) a assumir a presidência da maior potência mundial, um feito social histórico magnífico, sobretudo para quem tem – ou tinha, se preferirem - um passado pouco elogiável no campo dos Direitos Sociais, como é o caso dos Estados Unidos. Quando em 2009 o homem ganhou o Prêmio Nobel da Paz, achei a escolha um tanto forçada, mas tudo bem. Quem faz a História são sempre os vencedores!

 

Contudo, o exercício do cargo de presidente da nação mais poderosa do mundo não é bem um “reality show”. Muito menos um Concurso de Simpatia e, lamentavelmente, em nome de utópicos ideais democratas, a administração Obama fez tudo o que pôde para enfraquecer os Estados Unidos: pediu desculpas em nome dos americanos a todos os lugares em que foi (e só a mente mais tendenciosa poderá acreditar que  ele tenha ouvido os outros pedirem desculpas, em contrapartida – e, convenhamos, há pecados tão ou mais condenáveis a serem expurgados pelos outros blocos, certo? ), fez acordos com o Irã, tirou Cuba da lista de países terroristas, sabendo que o país é uma ditadura cruel, endossou vários “lobbies” para o Islã e chegou até a afirmar que os Estados Unidos deveriam ter vergonha de sua imponência. Poderia até estar tudo muito bem se os membros de outros blocos fossem democráticos ou se o mundo fosse a utopia que Obama sonhou. Mas não é! E, com certeza, a trilha para atingir tal utopia ainda está muito distante dessas escolhas prematuras que ele fez!

 

Com tal postura, não é de se admirar que países que odeiam a Liberdade e a Democracia, como a Rússia, Cuba, a China, o Irã e até a Coréia do Norte do sinistro ditador Kim Jong-un tenham mostrado as garras e conquistado posições no xadrez da geopolítica mundial. E - não é demais repetir -  o Brasil que o diga, mal grado nosso, ao ficar na mira e a um passo de cair sob o totalitarismo bolivariano, justo sob a Administração Obama. Com certeza, não coincidentemente.

 

Hyllary Clinton, a adversária de Trump nesta Eleição Presidencial de 2016,por seu lado, e a única que poderá barrar a eleição do magnata americano, é outro ícone do pós-modernismo feminista. Mulher, advogada, inteligentíssima, culta e graduada em Ciência Política – presumivelmente preparada para o cargo, portanto – e mulher de outro cara bacana, um ex-presidente americano que todos nós certamente admiramos, Bill Clinton. Só que tem um ENORME “porém”: Hillary é democrata, da mesma linha de Barack Obama e já avisou que pretende continuar na mesma linha “enfraquecedora” de Obama. Tudo aquilo que os Estados Unidos e o Mundo Ocidental não precisam neste momento. Pelo contrário, deveriam prescindir, desesperadamente...

 

Eis por que eu apoio Donald Trump, nestas eleições americanas de 08/11/2016!

 

Apoio, mesmo odiando o topete ameaçador de Trump e aquela pinta de canastrão de “vaudeville” e apresentador de “reality shows”. Apoio mesmo odiando os discursos populistas e xenófobos notórios do cara. Apoio sabendo que Trump carrega aquele estereótipo do americano extravagante e um tanto arrogante que grande parte do mundo odeia odiar (e, confesso, não sou exceção). Apoio mesmo levando em conta a retórica um tanto confusa de sua campanha presidencial. Apoio porque apoiaria qualquer candidato republicano que livrasse o mundo da opção democrata CONTINUÍSTA, que Hillary representa NESTE MOMENTO. Apoio porque é a opção que existe e porque mesmo desaprovando todos esses “detalhes”, considero que tais “detalhes”, que poderiam até ser extremamente significativos em outros contextos, se tornam em meras firulas no contexto da Geopolítica Internacional, fundamental para o Mundo, e em função do papel de maior relevo assumido pelos Estados Unidos em tal contexto. Apoio porque, mesmo após um início de campanha titubeante e pouco alentador no qual optou pelo “slogan”, “America First” (América em Primeiro Lugar), algo que remete a um grupo de americanos, fundado em 1940, que se opôs ferozmente à entrada dos Estados Unidos na II Guerra Mundial, por adotarem a ótica de que um vasto oceano separaria a nação do “front” de guerra (algo que Pearl Harbour logo desmentiu), ele corrigiu acertadamente o rumo e passou a adotar o “slogan” que vigora agora: “Make America Great Again” (Fazer a América Grande De Novo).  

 

O Mundo agradece! God Bless America!

 

 

 

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