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09/06/2017

Extraído de artigo de Flávio Morgensten

Mises: quem é o economista que assombra o Brasil?


Mises: quem é o economista que assombra o Brasil?

 

 

Um espectro assombra o Brasil: o espectro de Ludwig von Mises.

Nos recentes protestos de rua pelo país pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, e até antes deles, em algumas Universidades, faixas chamaram a atenção de desavisados. Diziam, em preto e branco: “Menos Marx, Mais Mises”.

Karl Marx é conhecido de todos os familiarizados com o básico de história moderna, mas quem raios seria Mises, esta figura completamente incógnita da Academia, do jornalismo, da cultura e da política nacional?

Um pensador que esteja influenciando os movimentos que podem mudar os próximos rumos do país não deve ser ignorado. No entanto, com raríssimas e regionais exceções, não tem sido citado.

A mídia está tentando mapear os novos pensamentos políticos que estão surgindo devido à divulgação livre de informações na internet. Graças a ela, novas idéias vêm sendo aventadas por pessoas cansadas dos velhos esquematismos acadêmicos e do cânone hierárquico repetido, que parece incapaz de explicar as crises do mundo contemporâneo.

Muito se tem falado sobre uma “nova direita” e uma esquerda tentando se reinventar diante dela. Mas quando se fala nos liberais, os nomes citados são Adam Smith, pensador antigo e que não é a referência de quase nenhum dos liberais que estão surgindo, ou no máximo Milton Friedman, da Escola de Chicago, que tampouco é o economista sendo citado nas ruas e numa resistência intelectual.

 Alguns parcos comentários sobre Mises se espalham em blogs, quase sempre sem a leitura de suas obras, ou focando-se apenas em sua desafinação com Karl Marx – com análises as mais doidivanas sobre o que de fato pensa este economista.

A esquerda, muito mais afeita ao imaginário coletivo do que à frieza numérica da economia, acostumou-se a tentar extrair significado das palavras de seus próprios significantes, e também forneceu uma visão sobre o “movimento Mises” bastante peculiar.

Apesar de haver um think tank brasileiro com seu nome, o Instituto Ludwig von Mises Brasil (mises.org.br), os textos e livros do próprio Mises, todos gratuitos no site do instituto, ainda assim não são citados, preferindo-se comentar o que alguns apoiadores novatos escrevem em blogs ou redes sociais, evitando-se ao máximo lidar com próprio Mises.

Mises e a Escola Austríaca

 Autor de diversas obras, que se espalham por muitos assuntos, podemos acompanhar Mises com ajuda do livro O Poder das Idéias: A vida, a obra e as lições de Ludwig von Mises, de Hélio Beltrão (presidente do Instituto Mises Brasil), Rodrigo Constantino e Wagner Lenhart.

Ludwig von Mises nasceu em Lemberg (atualmente Lviv), na Galícia, hoje parte da Ucrânia, mas então região do Império Austro-Húngaro. Judeu, filho de um engenheiro que trabalhava em ferrovias, não era rico, mas fazia parte da ascendente burguesia que lidava com os empreendimentos privados e florescia com duas atividades com maior influência em fins do século XIX: ferrovias e bancos.

Da paixão pela História foi levado à Economia, base para o entendimento de fenômenos novos naquele mundo: como (e se) governos podem melhorar a vida do povo, quais as bases de conflitos étnicos e sociais, o que fez com que os europeus tivessem um melhor padrão de vida a partir do século XIX ou como melhorar o padrão da classe trabalhadora.

Escrevia em defesa da Escola Histórica de Economia, mas depois de servir na Divisão de Artilharia Imperial, conheceu a Escola Austríaca de Economia, sua grande rival, e se tornou seu principal nome.

Pouco tempo depois, já com vasta obra contrária ao avanço do poder estatal sob os totalitarismos (fascismo, socialismo e nazismo) e mesmo sob a chamada “social-democracia”, com sua aparente chuva de boas intenções, teria de se refugiar de Viena e fugir das tropas nazistas escondido para a América, por estar na lista de prisões dos nazistas. Seus bens foram confiscados pelos nazistas e Mises morreu sem reavê-los.

Podemos considerar a Escola Austríaca a mais “ortodoxa” da economia, não crendo em quase nada do que é trabalhado por outras escolas, como expansão artificial de crédito, incentivos estatais, manipulação monetária e afins. Enquanto diversas tendências econômicas fazem longos estudos, cheios de tabelas e infográficos, a respeito, por exemplo, da influência da inflação sobre a produção, os “austríacos” (nem sempre nascidos na Áustria) escrevem livros muitas vezes sem gráficos, rejeitando toda manipulação econômica que tente dar uma aparência de criação de riqueza ao que é maquiagem estatística.

 

 

Você pode ler este artigo na íntegra no blog  SENSO  INCOMUM 
de  Flávio  Morgensten

http://sensoincomum.org/2015/09/18/mises-economista-que-assombra-o-brasil/

 

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