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12/06/2016

PRIMAVERA SOUND 2016 - BARCELONA


PRIMAVERA SOUND 2016 - BARCELONA

 

 

 

 

O Primavera Sound é um dos mais grandiosos festivais de Rock/Pop e Indie Music do mundo.

 

Com suas entradas inteiramente esgotadas, a 16ª edição de festival, este ano, contou com uma assistência de quase 200.000 pessoas nos 05 dias em que foi realizado (de 01 a 05 de junho), para assistir a 350 apresentações musicais de bandas e artistas dos mais diversos e representativos segmentos musicais.

 

Um mega festival que movimentou 11 milhões de euros e que, além das apresentações musicais, ofereceu também o PrimaveraPro, um auditório para diversas conferências, apresentações musicais mais intimistas e apresentações culturais.

 

Com uma infra-estrutura de acesso fabulosa, através de Metro, Ônibus e Trem e que incluía um ônibus especial durante toda a madrugada levando os espectadores mais fiéis e ardorosos até à Plaça da Catalunya, no centro da cidade, o Primavera foi realizado na imensa área do Parc Del Forum, em Barcelona, onde se instalaram 12 palcos principais, que se alternavam para exibir a extensa programação iniciada às 12 horas e que se estendia até às 06 horas do dia seguinte, obrigando os assistentes a fazerem uma espécie de “zapeamento” cênico de palco para palco em distâncias por vezes consideráveis, com shows em horários por vezes simultâneos que demandavam rigorosa seleção, já que os horários programados eram quase milimetricamente cronometrados.

 

As distâncias eram amenizadas pela imensa quantidade de tendas de alimentos típicas da região, além dos inevitáveis “fast foods” e dos inúmeros pontos de venda de bebidas, patrocinados pela Heineken.

 

 A edição deste ano foi pródiga na variedade e na qualidade de artistas selecionados.

 

Encabeçada pelo fabuloso Art Rock do Radiohead, que incluíu o Primavera Sound para dar seguimento a seu tour de divulgação de seu novíssimo trabalho, ”A Moon Shaped Pool”, num “show” que, no terceiro dia do festival, trouxe ao Parc Del Forum uma verdadeira multidão de fãs de todas as idades e procedências, ávida para conferir as novas pérolas de Thom Yorke, Jonny Greenwood & Cia., que iniciou sua apresentação com “Burn the Witch” e mais 05 músicas de seu novo trabalho, para depois levar ao êxtase a assistência com hits, como “Lotus Flower”, “Karma Police” numa versão semi-acústica, entoada em coro pela multidão presente, a “arrepiante”  “Weid Fishes/Arpeggi” e a eletrizante “Idioteque” para encerrarem já no segundo bis com seu maior sucesso comercial, “Creep”.

 

Além dos óbvios nomes de destaque da cena musical espanhola e catalã, o festival ostentou nomes cintilantes do atual cenário musical internacional, como a Uber-deusa, P.J. Harvey que retorna aos palcos para apresentar seu novo trabalho “The Hope Six Demolition Project", acrescentando mais um capítulo à sua notável carreira cantando sobre a vida, sobre a morte e sobre a guerra e alternando cargas elétricas com a mais amarga das carícias, o quase New Age islândico, celestial e um tanto glacial do Sigur Rós e a Eletrônica pulsante do LCD Soundsystem.

 

Apresentaram-se, também nomes sobejamente conhecidos da cena Pop, como o duo francês do Air, o Beach House, o “brit pop” do Suede, os australianos do Tame Impala, o Animal Collective, alguns ícones cults, como Brian Wilson dos Beach Boys revivendo na íntegra o histórico “Pet Sounds”, o “Cabaret Voltaire”, a face musical do realizador cinematográfico nova-iorquino, John Carpenter, associado aos filmes do género de terror e de ficção científica dos anos de 1970 e 1980, como “Halloween”, “Starman” e “Escape from New York” e o rock visceral sempre sensacional e empolgante do Dinosaur Jr.  e do Protomartyr.

 

Presentes também figuras emergentes como Kamasi Washington, responsável por um dos melhores discos de jazz do ano passado, o “Jazz Fusion” do “The James Hunter Six”, o pop de Julia Holter, do grupo “Daughter” e do canadense, Dan Bejar (A.K.A. Destroyer), o dream pop com tintas de shoegaze do Autolux, o indie na linha do “Pavement” dos americanos do “Parquet Courts”, a elegância pop dos “The Last Shadow Puppets” de Alex Turner, ex-integrante do “Arctic Monkeys” e de Richard Hawley, que cativou seus inúmeros fãs com o charme retrô de suas baladas, o “post-rock” do “Explosions in the Sky”, do “Tortoise” e do “Moderat”, o rock de garagem empolgante do novo gênio indie, Will Toledo do “Car Seat Headrest” e o inventivo indie de Bradford Cox do “Deerhunter”.

 

Houve espaço para apresentações étnicas como as da “Orchestra Baobab”, dos excelentes e exóticos congoleses do “Mbongwana Star” e do rock-turco (provavelmente escalado para agradar a imensa colônia turca da cidade) de Selda Bagcan, além da belíssima apresentação com fortes tintas orientais do grupo “Beirut” do americano Zach Condon e a semi-clássica apresentação do pianista ucraniano, Lubomyr Melnyk, considerado o pianista mais ágil do mundo.

 

A Eletrônica foi realmente um capítulo à parte este ano, com a impactante apresentação do duo “Mueran Hermanos”, a experimentação do “Beak”  de  Geoff Barrow (Ex-Portishead), a batida pulsante do duo Kiasmos que traz o genial islandês, Ólafur Arnalds, que transformou o palco Ray-Ban numa rave pulsante mesmerizante e frenética e, sobretudo, a sensacional apresentação dos canadenses do “Suuns”, com seu “krautrock” gótico, “dark” e experimental.

 

Realmente um festival inesquecível para lavar a alma e todos os sentidos e ficar na memória como uma das mais fascinantes experiências musicais que podem ser vividas.

 

 







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