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14/04/2017

Retalhos a granel de Paulo Monteiro (Parte II)

MARCELO ODEBRECHT E O CAIXA 02


MARCELO ODEBRECHT E O CAIXA 02

 

 

 

 

 

Marcelo  Odebrecht  disse  a  verdade  cristalina  que  nos foi enfiada goela abaixo com areia,  mas,  lamentavelmente, a  verdade  é sempre  a  verdade,  e, independentemente de você gostar ou não dela, ou de aceitá-la, ela estará sempre aí, inabalável e simples:

 

“NENHUM POLÍTICO NESTE PAÍS SE ELEGEU SEM CAIXA 02”

 

Entendeu? Contra a força da grana e a certeza da impunidade, pode espernear ou duvidar quem quiser, mas a maioria dos seres humanos não vai errar nunca: vai ceder à tentação. E essa é uma constatação realista da precariedade da Humanidade como um todo. Por isso não é a punição ao infrator que deve ser o alvo prioritário das nossas campanhas e do nosso esforço, mas as condições que possibilitam a infração e, mais grave ainda, aquelas que não as corrigem nem punem.

 

Acredito que isso vigorou para todos os governos pós-regime militar e, posso estar enganado, mas é algo que também ocorre com certa freqüência em alguns outros países, e, não necessariamente, apenas em países em desenvolvimento; estão aí vários filmes e seriados americanos do tipo “House of Cards” que mostram isso muito claramente. Só que lá, sejamos justos, geralmente o pau canta! E canta mesmo! E canta para todos!

 

Entenda que com esses argumentos não estou tentando fazer a apologia desse tipo de procedimento, banalizá-lo, ou querendo amenizar a sua gravidade; só estou sedimentando uma constatação óbvia, que alguns apenas agora estão tomando consciência, mas que, na real, é baseada na simples e adequada observação da real condição humana, sem subterfúgios.

 

É indubitável, no entanto, que, no Brasil, essa prática, talvez devido à omissão por vezes conivente da mídia especializada, a certo desinteresse e à falta de acompanhamento e fiscalização adequada por parte da população, em geral, tal prática se tenha institucionalizado e crescido escandalosamente nos últimos Governos, atingindo números estratosféricos e com resultados catastróficos para a nação.

 

O vaso transbordou e, qual vulcão ensandecido, expeliu lama e dejetos fedidos a respingar para quase toda a classe política, que agora tenta salvar a própria pele, a qualquer custo, para tentar manter-se no Poder; em tal conjuntura, é extremamente salutar que o espanto e a indignação estejam acontecendo, mesmo que com um atraso considerável, diga-se de passagem, e apesar da negação fanática e da reação retrógrada de uma minoria que teima em ressuscitar o quadro farsesco das “Velhinhas de Taubaté” para tentar salvaguardar seus ídolos de pés de barro; mas, é importante que esse momento de revolta quase generalizada se transforme também, e o mais urgentemente possível, em pressão inteligente e participativa de TODOS para que se alterem as regras que levam ao Poder neste país.

 

É fundamental que esse lícito e benfazejo clamor, alimentado pela força e pelo destemor da emoção, e que hoje demoniza com inteira propriedade a classe política, quase como um todo, seja substituído gradualmente por idêntico impulso, mas muito mais eficaz e que atinja com igual intensidade o domínio da razão e da praticidade, atacando na raiz os males que levaram a esse estado de coisas: o falido sistema eleitoral que hoje vigora e a IMPUNIDADE.

 

Não que a punição aos infratores seja esquecida ou minimizada. No entanto, agora, que a Lava-Jato jogou alguma luz sobre boa parte dos subterrâneos pantanosos onde vicejam os miasmas que alimentam o Poder no Brasil, confiemos vigilantes que o esforço e a dedicação de alguns no seio do nosso Judiciário se encarregue de cumprir a sua obrigação e façam valer a Lei e o Direito neste país; por bem ou por mal a faxina veio para ficar e, em último caso, se a Justiça não for cumprida, resta-nos a certeza de que, pelo voto, teremos sempre força para fazer valer nossos direitos: não o usemos para reeleger políticos corruptos. Isso é o básico do básico!

 

Entrementes, vamos tentar expandir a visão e concentrar a nossa energia, também, para cuidar do futuro e plantar sementes férteis e mais generosas para todos nós e nossos descendentes.

 

O primeiro passo, e talvez um dos mais eficazes, pelo menos no que concerne à classe política, é abolir urgentemente essa excrescência que nos envergonha como nação: o Foro Privilegiado!

 

Pode ser devagar. Pode e deve ser passo a passo. Mas, essa é condição imprescindível para que deixemos de patinar nesse lodaçal a que nossas escolhas – e, na melhor das hipóteses, não esqueça que a omissão é também uma escolha e, pior, que não nos concede direito a qualquer reclamação, posteriormente, – nos têm conduzido e sigamos a longa trilha em direção a um futuro bem mais generoso e feliz para todos nós.

 

Diga NÃO à IMPUNIDADE!   Diga NÃO ao FORO PRIVILEGIADO!

 

 

 







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