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TELEGRÁFICAS URGENTES
25/04/2017

Artigo de Eduardo Guerini

A KAKISTOCRACIA BRASILEIRA (Do termo Grego, Kakistocracia =Governo dos Piores)


A KAKISTOCRACIA BRASILEIRA (Do termo Grego, Kakistocracia =Governo dos Piores)

 

 

“O país se tornou uma “kakistocracia”. Hoje não se busca o melhor governo, nada de virtudes e nada de equilíbrio. Temos um governo dos piores”, dispara Eduardo Guerini, mestre em Sociologia Política e professor no Programa de Mestrado Profissional em Gestão de Plíticas Públicas na Univali (Universidade do Vale do Itajaí), que buscou no grego antigo a definição do que se tornou a política brasileira.

 

Guerini afirma que a democracia representativa aos moldes pós-Revolução Francesa vem sucumbindo desde a queda do muro de Berlim. “O Estado não dá mais respostas e o partidos não representam mais o interesse da maioria. Esse modelo não atende aos interesses de uma sociedade multifacetada.”

 

Mais, especificamente, no caso que veio à tona com as delações da Odebrecht, Guerini diz que o escândalo é fruto do que chama de “presidencialismo de coalizão”, que obrigaria qualquer presidente a se render à “base aliada” para conseguir a governabilidade. Caso contrário, reina, mas não governa.

 

Por outro lado, o cientista cita os projetos de poder, tanto de políticos quanto de partidos, que transformaram a política, ao longo dos anos, em meio quase que exclusivo para enriquecimento pessoal e dilapidação do bem público. “Essa governabilidade o arregimento de força no Legislativo. Mas é uma coalizão sem projeto de país, sem substância. Só se alimentam os interesses partidários; Não existe vida partidária, militância ou base ideológica. O que existe são projetos de poder. Pessoas que estão há 20, 30 anos na política, ou seus filhos e que nada fizeram para melhorar o país”, emenda.

 

 

“Criamos máfias partidárias que tratam o Estado como se fosse seu espaço particular. Enquanto isso, a sociedade vive no subterrâneo. O momento é de questionar a classe política e não de se fazer reformas para retirada de direitos da população.”

 

 

´”Dois terços da população sofrem com falta ou deficiência dos serviços mais básicos, como educação e saúde, enquanto esta é a mesma proporção de políticos que se beneficiariam de Caixa 2 para campanhas”, comparou, A saída para o cientista político, só será possível se houver também indignação social. “Somente uma Assembléia Constituinte seria capaz de fazer uma reforma como esperamos. A eleição de 2018 não resolverá este problema. É preciso uma mudança, tanto cultural quanto de representação”.

 

 

Leia também :  http://kakistocraciabrasileira.blogspot.com.br/

 

 

 

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