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TELEGRÁFICAS URGENTES
07/06/2017

Artigo de Luiz Felipe Pondé

O “Outro” na visão Politicamente Correta


O “Outro” na visão Politicamente Correta

 

 

 

 

 

 

É sempre “bonitinho” falar do “outro” quando essa representação só existe na idealização que dele fazemos. Se for um crente no “respeito ao outro”, como todos deveriam ser, na realidade, você provavelmente descobrirá que a maioria esmagadora desses “outros” de que o politicamente correto fala não dá muito valor a respeitar “outro” algum. Essa valorização é típica da cultura ocidental e da sua herança cristã e iluminista. A maior parte do islamismo, por exemplo, não está nem aí para esse papo de “respeito ao outro”.

 

Vejamos o caso da áfrica, por exemplo. Segundo os relatos mais do que confiáveis de V. S. Naipul, a África que brota dos relatos de suas viagens é a infeliz condição neolítica do continente, mesmo antes da devastação realizada pela colonização européia. Massacres, escravidão (os africanos já escravizavam seus “irmãos” bem antes dos brancos e, mais tarde, os venderam aos árabes, que, por sua vez, os venderam aos brancos), queimar e mutilar pessoas vivas, bruxaria como ferramenta oficial e de negócios da vida (na Nigéria, segundo o que ele relata, um homem pode perder o patrimônio se for acusado de fazer um “trabalho” contra alguém que tenha poder suficiente para “provar” a queixa). Em Uganda, sacrifícios de crianças são quase tão comuns quanto a fome. No Gabão vive-se no Neolítico. Enfim, todo o mundo sabe disso, mas a mentira politicamente correta nega.

 

 

Resultado de imagem para o outro na visão politicamente correta

 

E os muçulmanos? O tema do fundamentalismo islâmico é uma constante no mal estar contemporâneo das relações entre diferentes culturas. Independentemente do fato que pessoas não são iguais e que evidentemente a maioria dos muçulmanos vive sua vida comum e cotidiana distante de intenções terroristas ou fundamentalistas (ainda que a modernização seja muito menor no mundo islâmico e, portanto, um muçulmano médio tende a ser bem mais muçulmano do que um ocidental cristão médio é cristão) há uma relação histórica recente entre fenômenos políticos violentos e alguns integrantes da comunidade muçulmana internacional.

 

A tentativa de chamar o islamismo de “religion of peace” (religião de Paz) é ridícula, uma vez que há elementos evidentes de risco de contaminação de muitos muçulmanos por grupos radicais da mesma religião. É óbvio que a religião em si não basta para fazer alguém violento, mas como “separar” a cultura desses violentos do ambiente religioso em que vivem? Claro que todas as religiões conhecidas já tiveram ou têm elementos de violência em sua história, mas, contemporaneamente, o islamismo, infelizmente, tem suprido a cota de terrorismo de forma mais freqüente. Achar que podemos transformar terroristas muçulmanos em membros do partido democrata americano, como pensa o ex-presidente dos Estados Unidos, de origem muçulmana, Barack Hussein Obama, é uma piada. Basta se perguntar como, por exemplo, eles aceitariam o casamento gay em seus países.

 

Outro fator importante é a relação entre a religião muçulmana e o Estado nesses países. Em muitos deles, você não poderia pregar a conversão de um muçulmano ao cristianismo porque é crime e o convertido seria considerado traidor. Proporia uma estadia de alguns anos entre radicais islâmicos para esses “politicamente corretos” que acham que os radicais muçulmanos querem sentar-se e conversar “civilizadamente”. Negar fatos como esses só dificulta a reflexão e a informação das pessoas com relação aos problemas contemporâneos.

 

 

Resultado de imagem para o outro na visão politicamente correta

 

 

Luiz Felipe Pondé (Extraído do Livro “Guia Politicamente Incorreto da Filosofia”)

 

 

 







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